Oi! Que bom te receber aqui. Eu sou a Laura Canevarollo, consultora de imagem especializada no método Kibbe, e este blog é a minha casa na internet: o lugar onde eu explico, com calma e profundidade, o método que mudou a minha relação com o espelho e que hoje eu uso pra mudar a de outras mulheres.

Como tudo começou
A minha história com o Kibbe não começou na moda: começou na frustração, como a de quase todas as mulheres que chegam até mim. Eu conhecia bem a sensação de provar dez roupas e não me sentir eu em nenhuma, de comprar por impulso a peça que era linda na vitrine e vê-la morrer no armário, de olhar pro espelho e achar que o problema era o meu corpo.
Eu vim do mundo do design e da criação, então passei anos treinando o olhar pra harmonia: proporção, linha, composição, o motivo de algumas combinações simplesmente funcionarem. Quando eu encontrei o método Kibbe, foi um estalo duplo. Como mulher, eu me senti explicada: entendi por que certas peças me apagavam e outras pareciam feitas pra mim. Como designer, eu me encantei com a elegância do sistema: o Kibbe é, no fundo, teoria de design aplicada ao corpo humano, com uma diferença que me ganhou pra sempre: ele parte do princípio de que nenhum corpo está errado.
A partir dali, o que era curiosidade virou estudo sério. Eu me aprofundei no método pela fonte: me formei em curso especializado em Kibbe Body Type e estudei a fundo o livro mais recente do próprio David Kibbe, a versão atual do sistema, aquela que a internet quase nunca conta direito. Essa escolha define o meu trabalho até hoje: eu ensino e aplico o método real, não a versão de 10 segundos que viraliza por aí.
No que eu acredito
Algumas convicções sustentam tudo o que eu escrevo e faço, e é justo que você as conheça:
- O problema nunca foi o seu corpo. Era a roupa errada pras suas linhas. Essa frase parece simples, mas quando ela cai a ficha, a vida muda.
- Método não é regra. O Kibbe revela, não impõe. Qualquer versão dele que soe como prisão ("você está proibida de usar isso") é distorção, e eu passo boa parte do tempo desfazendo essas distorções.
- Profundidade em vez de cardápio. Eu escolhi ser especialista em uma coisa só. Não misturo Kibbe com coloração, arquétipos e visagismo no mesmo pacote raso: prefiro fazer uma análise e fazê-la fundo.
- Acolhimento é parte da técnica. Análise de imagem mexe com a história que cada mulher tem com o próprio corpo. Eu levo isso a sério: aqui ninguém é julgada, medida ou corrigida.
O que eu faço hoje
Meu trabalho tem três frentes, e todas nascem do mesmo método.
Este blog, onde o conteúdo é aberto e gratuito. Se você está chegando agora, sugiro começar por o que é o método Kibbe e seguir pra como descobrir seu tipo Kibbe: esses dois textos já colocam você na frente da maior parte do que circula na internet.
A consultoria individual, o trabalho artesanal: análise completa da sua identidade corporal feita por fotos, guia personalizado, conversa ao vivo e acompanhamento. É o mergulho mais profundo que eu ofereço, e explico o processo passo a passo em consultoria de imagem com método Kibbe.
O Kibbe Hub, a plataforma digital que eu criei pra tornar o método acessível a mais mulheres. No Hub, você faz sua análise guiada e recebe o guia completo da sua identidade Kibbe num formato interativo: silhuetas, tecidos, decotes, acessórios, cabelo, maquiagem, tudo organizado pra consultar no dia a dia (inclusive na porta do provador). É o caminho ideal pra quem quer o método aplicado à própria vida sem esperar pela agenda da consultoria individual.
Por que eu escrevo tanto sobre os erros do "Kibbe de internet"
Porque eu vejo o custo deles. Toda semana chegam até mim mulheres machucadas por um teste raso que errou o tipo, por uma "regra" inventada que virou proibição, por uma análise de caixinha que as deixou mais inseguras do que estavam antes. O método que deveria libertar acabou virando mais uma régua pra se sentir insuficiente.
Meu compromisso é com o contrário disso. Cada texto deste blog existe pra devolver critério e paz: você entender o que o método realmente diz, o que ele não diz, e decidir com liberdade o que fazer com isso. Se eu puder resumir o que eu quero pra você em uma frase, é esta: que você se olhe no espelho e veja um mapa, não um problema.
Vamos conversar?
Se algo do que você leu aqui tocou uma memória sua (a compra errada, o provador cruel, o "em mim nada fica bom"), saiba que foi exatamente aí que a minha história com o método começou. Fica comigo por aqui: lê os textos, testa os exercícios de olhar, me escreve. E quando você quiser dar o passo além do conteúdo, seja pelo Kibbe Hub ou pela consultoria individual, eu vou estar do outro lado, de olhar treinado e coração aberto.
Com carinho, Laura Canevarollo