Laura Canevarollo, Consultora de imagem, Sistema Kibbe
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Tipos Kibbe: o mapa completo das 5 famílias e 10 identidades

24 de julho de 2026

Quando alguém descobre o método Kibbe, a primeira pergunta é quase sempre a mesma: "tá, mas quais são os tipos?". Este texto é o mapa que eu queria ter recebido quando comecei a estudar: as famílias, as identidades dentro de cada uma e, principalmente, a lógica que conecta tudo.

Antes de abrir o mapa, um lembrete carinhoso: conhecer os tipos não é o mesmo que se classificar. Se ao final você ficar em dúvida sobre o seu, está tudo bem. É o esperado, inclusive. Eu explico o porquê em como descobrir seu tipo Kibbe.

A lógica antes da lista: Yin e Yang

O método descreve os corpos por meio de duas forças complementares. O Yang é o que alonga e desenha ângulos: linhas verticais, ossatura marcada, contornos retos. O Yin é o que arredonda e suaviza: curvas, maciez, traços delicados.

Os tipos Kibbe nada mais são do que combinações diferentes dessas duas forças. É por isso que a lista faz sentido como um espectro: de um lado o Yang puro, do outro o Yin puro, e entre eles as misturas.

Quantos tipos existem: 13 ou 10?

Você vai encontrar as duas respostas na internet, e as duas têm explicação. O material clássico do método falava em 13 tipos, incluindo os "puros" das famílias intermediárias. No seu livro mais recente, David Kibbe reorganizou o sistema em 10 identidades, retirando os tipos Classic, Natural e Gamine puros, porque na prática quase toda mulher pende para um lado, ainda que sutilmente.

Aqui no blog (e no meu trabalho) eu uso a versão atual: 5 famílias, 10 identidades. Vamos a elas.

Família Dramatic: o Yang em sua forma mais pura

Família Natural: o Yang que relaxa

Família Classic: o equilíbrio quase perfeito

Família Gamine: os opostos lado a lado

A família Gamine é a mais incompreendida, e a mais divertida. Aqui Yin e Yang não se fundem: eles convivem em contraste, criando aquela aparência vívida, compacta e cheia de personalidade.

Família Romantic: o Yin em sua forma mais pura

O que os tipos NÃO dizem sobre você

Este mapa descreve linhas, não valor. Por isso, três recados que eu faço questão de repetir sempre:

Se você quer entender melhor esses conceitos (linha vertical, ossatura, essência), o mergulho completo está em linhas e essências no Kibbe.

Como usar este mapa a seu favor

Minha sugestão é ler as famílias como quem experimenta um vestido: sem compromisso. Note em quais descrições você se reconhece, mas desconfie da pressa de se encaixar. A autoidentificação errada é um dos tropeços mais comuns do método, e vestir recomendações do tipo errado frustra tanto quanto não conhecer o Kibbe.

O caminho que eu recomendo é o mesmo que sigo com as minhas clientes: entender a lógica, observar o próprio corpo com gentileza e, quando quiser certeza, buscar uma análise completa, feita por quem estuda o método a fundo. Falo sobre como isso funciona em consultoria de imagem com método Kibbe.

Seja qual for a sua identidade, o destino é o mesmo: um guarda-roupa que faz as pazes com o seu corpo, e um espelho que finalmente conta a verdade bonita sobre você.

Quer descobrir o seu tipo com quem estuda isso todo dia?

A Laura faz a sua análise completa e te entrega o guia do seu tipo no Kibbe Hub.

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